Niel Flamm

Quando você parou de se importar? O poder de um movimento

meu exemplar de " When Did You Stop Caring?" de Natalie Beckerman e, depois de começar a ler, tudo o que posso dizer é: uau.

Também tenho assistido a alguns dos vídeos promocionais da Natalie, e uma palavra continua me chamando a atenção: movimento.

Os movimentos têm o poder de mudar pessoas, comunidades e, às vezes, até mesmo a própria humanidade.

Pense no Desafio do Balde de Gelo da ALS. O objetivo não era se molhar com um balde de água gelada. O objetivo era conscientizar, promover o diálogo e financiar pesquisas para ajudar a impedir que a ELA destrua mais vidas.

Pense no Movimento de Jesus e no impacto que teve em inúmeras pessoas que buscavam propósito, fé e conexão.

Pense na "A Corrente do Bem". Embora fictícia, ela mostra como as ações de uma pessoa podem inspirar outras e criar um efeito dominó de bondade e generosidade.

O que todos esses exemplos têm em comum é simples: começaram com pessoas que se importaram o suficiente para agir.

A verdadeira mudança não acontece da noite para o dia. Os hábitos são construídos com o tempo. O impulso é construído com o tempo. O sucesso é construído com o tempo.

É algo que me lembro com frequência. Continuo perseverando. Continuo dando um passo de cada vez. Continuo buscando oportunidades para conquistar uma vitória, por menor que seja.

Se a mensagem de Natalie inspirar ao menos uma fração dessa mentalidade, então é uma conversa que vale a pena ter.

Se você ainda não adquiriu um exemplar, está perdendo uma ótima oportunidade.

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📚 Barnes & Noble: https://www.barnesandnoble.com/w/when-did-you-stop-caring-natalie-beckerman/1150028729?ean=9781969508448

Já disponível em capa dura, brochura e formato digital.

A questão não é se podemos mudar o mundo da noite para o dia.

A questão é: o que podemos fazer hoje para demonstrar que ainda nos importamos?

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Niel Flamm

A liderança começa com a forma como trato o "cidadão comum"

Hoje, enquanto fazia minhas habituais postagens nas redes sociais, compartilhei minha insatisfação com o Nextdoor, sua cultura e seu CEO, Nirav Tolia.

Comecei a pensar em onde aprendi uma das lições mais valiosas da minha vida.

Não foi em uma sala de reuniões ou em uma sala de aula de Stanford.

Isso veio de trabalhos do dia a dia — varrer o chão de uma delicatessen, entregar jornais, limpar chiclete do carpete de um cinema e fazer o tipo de trabalho que mantém a sociedade em movimento.

Essas experiências me ensinaram um credo simples:

Trate todos como se fossem o CEO.

A pessoa que prepara o sanduíche no Jersey Mike's. O frentista abastecendo o carro no Oregon. A equipe de jardinagem limpando o bairro. O zelador, o caixa, a recepcionista, o atendente do call center.

Todos merecem ser reconhecidos. Todos merecem ser ouvidos.

É aí que eu acredito que começa o problema cultural no Nextdoor.

Não sou um investidor bilionário. Não sou um empreendedor famoso. Não tenho um programa de televisão nem o título de Fundador dos Tubarões. E não concordo automaticamente com toda vez que a IA é mencionada como a solução para todos os problemas.

Isso significa que meu feedback deve ser ignorado? Que minhas perguntas silenciadas? Que minha conta do LinkedIn bloqueada por expressar preocupações de acionistas?

A liderança não se mede pela forma como você trata as pessoas influentes. Ela se mede pela forma como você trata a pessoa que não tem poder algum.

Prefiro tratar o engenheiro de serviços ambientais do edifício como se fosse o CEO, em vez de imitar um CEO que desconsidera o trabalhador comum.

Porque uma única abordagem constrói lealdade e confiança.

O outro alimenta o ressentimento.

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